<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460</id><updated>2011-04-21T17:40:45.739-07:00</updated><title type='text'>A mulher do comboio</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-966507926342144581</id><published>2008-10-08T19:48:00.000-07:00</published><updated>2008-10-08T19:52:09.271-07:00</updated><title type='text'>Vazia existência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sinto falta de fazer amor contigo...&lt;br /&gt;Amor com letra maiúscula, feito gente grande!&lt;br /&gt;Sexo carnal e amoroso, como nunca dantes realizado&lt;br /&gt;Que há muito havíamos sonhado e desejado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pergunta aflito, meu coração:&lt;br /&gt;Será que a vida nos concederá uma vez mais, mais uma vez?&lt;br /&gt;Perdoe-me por expressar-me dessa forma sincera e direta,&lt;br /&gt;É que é meu dever confessar o que sinto por ti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemos a vida proporcionar - ou não - tais momentos...&lt;br /&gt;...espero que ela proporcione!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-966507926342144581?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/966507926342144581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/966507926342144581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2008/10/vazia-existncia.html' title='Vazia existência'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-7103881946046100345</id><published>2008-08-26T11:53:00.000-07:00</published><updated>2008-08-26T11:54:53.309-07:00</updated><title type='text'>Parente é serpente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Finalizada as Olimpíadas, um aspecto que me chamou a atenção foi em relação ao espírito coletivo (ou a falta dele) de alguns atletas brasileiros. As ótimas nadadoras Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha digladiaram – literalmente - na prova de natação aquática, em um erro de estratégia que ambas reconheceram, o que levou a vencedora da prova, a russa Larisa Ilchenko, a afirmar que “isso é natação, não boxe". As nadadoras britânicas, Karri-Anne Payne Cassandra Patten, prata e bronze, souberam usar o jogo de equipe e completaram o pódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na semifinal do vôlei de praia masculino, entre as duplas brasileiras Ricardo e Emanuel, favoritos à medalha de ouro, contra Fábio Luiz e Márcio, no último ponto da partida, que terminou sendo ganha pelos azarões, houve uma discussão mais acalorada que a quadra onde se disputou a partida. Ricardo reclamou que houve um toque no bloqueio de Fábio. A discussão se estendeu até na hora da entrevista coletiva, diante das câmeras. Será que Ricardo e Emanuel ficaram tristes com a derrota de Fábio Luiz e Márcio na final?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essas situações podem até ser um paradoxo quando vemos que muitas medalhas da história olímpica do Brasil foram ganhas em esportes coletivos. Infelizmente, porém, sinto que não temos ainda uma cultura que valoriza o espírito coletivo; é mais “cada um por si”. A sociedade brasileira dá grande ênfase à derrota – “segundo e último lugar são as mesmas coisas” – e possui uma tremenda necessidade de encontrar bodes expiatórios, verdadeira caça às bruxas, quando as coisas dão errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meios de comunicação também têm sua parcela de culpa. Nós, profissionais da área, gostamos de mexer nas feridas (ou apenas damos o que os leitores / telespectadores querem?). Falamos insistentemente, por exemplo, que a ginasta Daiane do Santos ficou na 5º posição em Atenas, que as meninas do vôlei desperdiçaram há quatro anos não sei quantos match points contra a Rússia (o dedo na boca pedindo silêncio, das jogadoras Fabi e Mari após a conquista do ouro em Pequim, ilustra bem o que tiveram de ouvir durante esse período). No futebol, é o Maracanazzo de 50 pra lá, o Sarriá de 82 pra cá. Quem de primeira lembra o nome do estádio do último título mundial, em 2002? Infelizmente, os “Diegos Hypólitos” e “Jadéis Gregórios” desses Jogos vão ouvir muito até Londres-2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sabe-se, seja qual for o motivo, que o ser humano possui atração pela tragédia, mas às vezes dá a impressão que nós, brasileiros, adoramos mais do que todos um drama. Não é à toa que as novelas fazem tanto sucesso por aqui: é só alguém ganhar uma medalha – ou deixar de ganhar – para que a câmera dê um close nos olhos marejados, e choramos junto com o vitorioso, ou com o perdedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais dos meios de comunicação, sempre ávidos por encontrar erros alheios, devem também se questionar se fazem isso quando erram. Muitas Redações e os que nela trabalham têm uma grande dificuldade em reconhecer os erros e fazer as devidas correções. Talvez porque saibam a dor que é errar; assim, é mais fácil ser estilingue do que vidraça, apontar o dedo na ferida do outro e cutucar sem parar. Nas vezes em que errei – coisas até banais, como por exemplo um número de telefone ou um endereço trocado - a angústia de ver o erro impresso no jornal, sem a possibilidade de, naquele momento, fazer a devida correção, é para o jornalista como o tombo de um ginasta ou um set que não se consegue fechar. Pensemos nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-7103881946046100345?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/7103881946046100345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/7103881946046100345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2008/08/parente-serpente.html' title='Parente é serpente'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-4186147408272862459</id><published>2008-06-01T17:47:00.000-07:00</published><updated>2008-06-01T17:50:22.297-07:00</updated><title type='text'>A misteriosa segunda meia-noite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;-Então tá, fica combinado assim. Por volta da meia-noite, em frente ao shopping. Beijos!&lt;br /&gt;- Beijos!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desta forma Maurício despediu-se de Ana, finalmente marcando o encontro que tanto ansiavam. Não era para menos: há cerca de um mês se falavam pela internet, onde se conheceram. Já era hora de se verem, para uma boa amizade, ou quem sabe, “algo mais”, eufemismo que homens – e algumas mulheres, por que não? – usam para definir sexo casual, sem maiores envolvimentos.&lt;br /&gt;Desligou o computador e foi descansar um pouco, antes da hora esperada. “Afinal, a noite promete”, pensava um otimista Maurício. Não seria a primeira mulher com quem sairia através da net. Seu “modus operandi” era conhecido: uma conversa num barzinho, ao pé de ouvido, e jogaria todo o charme. Sem demonstrar qualquer interesse por sexo - quando na verdade, era essa a motivação que o fazia sair de casa para se encontrar com uma desconhecida! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto descansava o corpanzil no sofá, ouvindo músicas com o som baixinho, teve um sobressalto. Afinal, a qual meia-noite ela se referia? Sim, porque neste sábado haveria a troca do horário, os relógios deveriam ser atrasados em uma hora. Detalhe pequeno, mas que poderia fazer toda a diferença; afinal, se por acaso um deles chegasse na primeira ou na segunda meia-noite, como ficaria? O desencontro inicial poderia ser fatal nas suas pretensões, já que um cano na primeira vez pode desestimular o entusiasmo de ambos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ana escolheu esse horário porque trabalhava num shopping até às dez. Assim, fecharia o caixa e deixaria tudo pronto para o dia seguinte, com o tempo necessário para se arrumar, sabemos como são as mulheres. A intenção era ter uma noite agradável, o que não significa, no seu entender, sexo no primeiro encontro. Não que descartasse totalmente. Se o cara for bonito e interessante, que mal tem, pensava. Já havia passado dois meses do fim do seu último relacionamento, e ao contrário do que acreditam alguns homens e mulheres, todos hipócritas ou ingênuos, o fogo que consome as partes mais íntimas dos machos é o mesmo que faz arder as mesmas das fêmeas. A abstinência também cansa de esperar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Maurício mantinha sua inquietude em relação ao horário. E agora? Seria fácil de resolver se tivesse o número, mas ela mesma decidiu que não daria até que se conhecessem, “um pouco de mistério é bom”, costumava dizer. Ligou o computador e mandou um email, mas sabia que sua tentativa seria infrutífera, já que Ana iria do trabalho direto para o encontro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O tempo ia passando e sua angústia aumentava. Bem, pensou, vou na primeira meia-noite. Se ela não aparecer, espero até a segunda, paciência. Ana só mostrou sua foto no primeiro dia, depois não quis mais. “Sou tímida”, dizia. Comentou que iria com uma calça jeans e uma blusinha azul. Não seria difícil identificá-la.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;À primeira meia-noite (ou onze horas) lá estava ele no local combinado. Meia-noite, meia-noite e quinze, e nada. De repente, ouviu uma voz feminina:&lt;br /&gt;- Oi, desculpe o atraso. Vamos beber algo? Tem um barzinho logo ali.&lt;br /&gt;- Sim, claro -  respondeu, um pouco assustado com a iniciativa de Ana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Só a achou um pouco diferente da foto, da única vez que a viu. Não tinha ela os cabelos pretos? Essas luzes, o que são? Ah, de repente foi ao cabeleireiro, mudar o visual especialmente para o encontro. E essa blusinha verde? Bem, na correria pra se vestir, acabou confundindo. Ou talvez nem se lembre que disse que iria com blusinha azul. Mas o que isso, afinal, importa? De qualquer jeito, ela é bonita, e o papo através da msn sempre foi agradável. Qual o problema?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ele estava certo. A conversa rolava solta e descontraída, só estranhava quando ela dizia, “Poxa, você não lembra?”, a respeito de fatos da vida que havia contado. Não, não se recordava, mas disfarçava dizendo que sim, as mulheres não gostam que um homem esqueça as coisas já ditas. Quando isso acontecia, ele tomava mais uma taça de vinho pra se animar, “vamos logo terminar com isso e ir para o que interessa”, pensava.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cerca de uma hora depois, com os olhares maliciosos e os primeiros beijos já consumados, de repente ele olhou para a entrada do shopping. Fixou a visão e viu uma mulher, impaciente, a olhar o relógio. Novamente olhou, com mais atenção, e viu que ela tinha os cabelos pretos e usava uma calça jeans, com blusinha azul.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Então, vamos sair daqui? – disse a mulher, mordiscando suavemente sua orelha.&lt;br /&gt;Maurício não sabia o que fazer diante de tal mistério. Atônito, sua única reação foi se dirigir ao garçom:&lt;br /&gt;- Por favor, traga uma segunda garrafa de vinho.&lt;br /&gt;O garçom fez menção com a cabeça. E aproximando-se do ouvido de Maurício, disse baixinho:&lt;br /&gt;- Mas o senhor já se decidiu com quem vai tomar?, disse, lançando um olhar enigmático sobre Maurício, enquanto se dirigia para pegar a garrafa...&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-4186147408272862459?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/4186147408272862459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/4186147408272862459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2008/06/misteriosa-segunda-meia-noite.html' title='A misteriosa segunda meia-noite'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-1252918265902174347</id><published>2007-07-24T13:36:00.000-07:00</published><updated>2007-07-24T13:37:38.010-07:00</updated><title type='text'>UM DOMINGO DIFERENTE EM SÃO PAULO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ronaldo Andrade,&lt;br /&gt;de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém já disse que o domingo não é apenas mais um dia no calendário, mas sim um estado de espírito. Reunir a família, ir ao shopping, uma descida à praia, assistir à partida do time do coração. Nesse domingo, entretanto, um passeio diferente foi a opção de dezenas, de centenas, de milhares de paulistanos e de moradores de outras cidades e Estados. O endereço, todos no Brasil conheceram essa semana: Avenida Washington Luís. Ou simplesmente, Aeroporto de Congonhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O choque do Airbus-A320 da TAM no terminal de cargas da própria empresa produziu, além de duas centenas de vitimas e dor entre os familiares, compaixão por parte das pessoas. “Vim de Taboão da Serra para ver isso aqui, li que dois passageiros eram de lá”, conta a dona-de-casa Cleide da Silva. Mas você não as conhecia? “Não, mas quis vir assim mesmo, para ver a dimensão do acidente”. Talvez só mesmo a profundidade da tragédia pode explicar a enorme afluência de pessoas nessa tarde de sol e calor: é preciso ver com os próprios olhos a brutal realidade. Por mais que a TV, rádio, jornais, revistas e internet mostrem ao mundo o que acontece, nada é mais contundente do que ver, através do próprio olhar, o horror do prédio destroçado, sentir o cheiro de queimado que ainda se faz presente, suspender a respiração quando se ouve o ronco dos motores de mais uma aeronave deixando o solo do aeroporto, piso esse alvo de intensa polêmica (Grooving ou não grooving? Eis uma das muitas questões).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A localização de Congonhas, espremido entre o mar de prédios e que provoca intenso debate, parece não assustar a secretária pedagógica Áurea Soares. Moradora da região há 40 anos, não pensa em se mudar, pois “o local é privilegiado, tem tudo perto. Inclusive o aeroporto”. Ela esteve no local devido à tristeza que sentiu e por querer contribuir com as famílias atingidas a apaziguar a dor. “Estou rezando por elas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem também esteve no local, mas por motivos profissionais, foi o repórter Miguel Acuña, repórter do Canal 13, do Chile. Veio especialmente cobrir o acidente, pois inicialmente foi veiculada a informação de que um chileno estaria entre as vítimas, o que acabou sendo desmentido. E como chegou ao Brasil? Por avião? “Sim, mas desembarquei em Guarulhos, pela (companhia aérea) Lanchile”, revela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, alguém também já disse – com razão - que a dor maior fica destinada a quem fica. Mães, pais, filhos, filhas, parentes que buscam uma explicação para o ocorrido. Mas que nem sempre a encontram. Ter a certeza que o fim chega para todos talvez ajude a amenizar o sofrimento, mas não é o suficiente. Se o domingo foi de sol, a segunda-feira chuvosa que se abateu sobre São Paulo retrata fielmente o espírito dos familiares que aqui ficaram, à espera que a enxurrada leve embora o pranto e as lágrimas que escorrem de suas almas, feridas e tristes almas.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-1252918265902174347?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/1252918265902174347/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=1252918265902174347' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/1252918265902174347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/1252918265902174347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2007/07/um-domingo-diferente-em-so-paulo.html' title='UM DOMINGO DIFERENTE EM SÃO PAULO'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-8325049782706133773</id><published>2007-05-28T10:50:00.000-07:00</published><updated>2007-05-28T10:52:32.109-07:00</updated><title type='text'>"Ah, não era pra ser..." Não mesmo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;            Freqüentemente, quando alguma coisa não dá certo, ouço a expressão “não era pra ser”. Numa boa intenção de quem profere tal frase, as palavras soam como uma tentativa de consolo para a pessoa que não realizou o que desejava, que deixou escapar – como grãos de areia que escorrem pelos dedos – determinada oportunidade. Mas a dúvida, inquieta, me assalta: não era pra ser mesmo?&lt;br /&gt;            A tormenta é ainda maior se tal chance esteve bem ao alcance das mãos, bastaria um pulo e o desejo se realizaria. Mas por obra do destino ou não, a oportunidade se esvai e ficamos, perplexos, a olhar para o infinito da possibilidade perdida, tal qual o passageiro que perde um navio e permanece inerte no cais, a contemplar a embarcação partir deslizando no mar, com a seqüência de palavras a martelar o pensamento: “Era para eu estar lá. Por que não estou”?&lt;br /&gt;            Sensação de dúvida, impotência, respostas que não vêm, por mais que as busquemos. Se não era realmente pra ser, porque as situações se apresentaram como se fossem pra ser? Qual o mistério – tudo ia tão bem! – por que o castelo desmoronou, por que levar um gol aos 48 do segundo tempo? O Olimpo tão perto e, inesperadamente, tão distante ficou...&lt;br /&gt;            Acredito que pensar que um acontecimento já estava pré-determinado é ter consciência de nossa finita capacidade e, ao mesmo tempo, uma forma de retirarmos de cima dos ombros a responsabilidade de conduzir nossas vidas. Realmente, há situações que, por mais que refletimos, só mesmo o Sobrenatural de Almeida (personagem do Além criado por Nelson Rodrigues) pode explicar. Outras, no entanto, são resultados de nossa ação – ou inação. Posto de outra forma: se de fato desejamos algo, por que não fazer que aconteça? Se por exemplo, eu desejo alguém, por que não ir ao seu encontro e dizer com todas as letras o que sinto, que a amo? Dúvida, medo, insegurança? Às favas com tudo isso!&lt;br /&gt;            É mais fácil dizer que “não era pra ser”, se esconder por trás da frase, que lutar pelo que se quer. Sim, mais fácil e também mais cômodo. À noite, porém, nos minutos que antecedem o sono, em que pensamos em nossas vidas, a angústia não se cala, e a voz interior não sai da cabeça, repetindo incessantemente: “Vá, faça, lute...”&lt;br /&gt;O que estamos esperando?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-8325049782706133773?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/8325049782706133773/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=8325049782706133773' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/8325049782706133773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/8325049782706133773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2007/05/ah-no-era-pra-ser-no-mesmo.html' title='&quot;Ah, não era pra ser...&quot; Não mesmo?'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-8439276065960907023</id><published>2007-05-19T07:54:00.000-07:00</published><updated>2007-05-19T07:56:57.659-07:00</updated><title type='text'>Internet estimula jornalismo participativo*</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os sites analisados - Vc Repórter, do portal Terra, e Eu-repórter, do grupo Globo - dão ênfase às notícias relacionadas ao cotidiano das cidades, com formato hard news. São divididos em editorias, com destaque para casos policiais, acidentes de trânsito, acontecimentos que acabaram de ocorrer, dando agilidade aos sites, característico da internet. Antes de serem publicadas, as matérias e fotos são submetidas ao crivo de um editor. São sempre de caráter noticioso, não opinativo. Os sites possuem pouca ou quase nenhuma publicidade, o que pode indicar uma tentativa de escapar da influência que têm os anunciantes. Uma das características das matérias veiculadas é o viés das notícias, que sempre dão destaques aos temas de tragédias, reforçando a imagem crítica (mas necessária) que o Jornalismo possui. O que podemos observar é que esse tipo de Jornalismo tende a crescer, porque as pessoas estão cada vez mais querendo reportar os acontecimentos sob uma ótica própria ou diferente dos grandes veículos, o que antigamente não seria possível. O substancial aumento de blogs reforçam essa tendência. Não somente a população em geral, mas também os estudantes de Comunicação podem usufruir dessa ferramenta, expondo suas habilidades e dando visibilidade ao seu potencial, o que pode ajudá-lo a obter um emprego no concorrido mercado de trabalho. As outras mídias (impresso, rádio, TV), também possibilitam a participação do leitor. Entretanto, a internet se credencia como o meio mais adequado ao Jornalismo participativo, pois sua agilidade, alcance e forma de acesso dão força a esse movimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;* Texto elaborado com Érika Pereira&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-8439276065960907023?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/8439276065960907023/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=8439276065960907023' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/8439276065960907023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/8439276065960907023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2007/05/internet-estimula-jornalismo.html' title='Internet estimula jornalismo participativo*'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-3082822259805229797</id><published>2007-03-08T09:27:00.001-08:00</published><updated>2007-03-08T09:27:42.324-08:00</updated><title type='text'>Mulher</title><content type='html'>Mulher, simplesmente mulher&lt;br /&gt;Mãe, esposa, filha&lt;br /&gt;És tudo o que um homem quer&lt;br /&gt;Dedicada, companheira&lt;br /&gt;Sensível, uma guerreira&lt;br /&gt;Simples palavras não podem descrevê-la, desvendá-la&lt;br /&gt;Mas desejo que elas possam te tocar, te beijar...&lt;br /&gt;Te amar, mulher!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o reconhecimento ao valor feminino não se restrinja somente a um dia, a um mês, a um ano.&lt;br /&gt;Mas sim por toda a vida!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-3082822259805229797?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/3082822259805229797/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=3082822259805229797' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/3082822259805229797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/3082822259805229797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2007/03/mulher.html' title='Mulher'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-116948164075234499</id><published>2007-01-22T07:53:00.000-08:00</published><updated>2007-01-22T08:36:59.946-08:00</updated><title type='text'>A cratera na avenida e o buraco nos corações</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Medo, desespero, incerteza em relação ao futuro. A sensação de, literalmente, o chão se abrir, o corpo flutuar e finalmente cair. Desabar no meio da avenida, a terra firme faltar-nos aos pés, o coração vazio. Alguns habitantes de São Paulo sentiram essa terrível experiência; mas todos nós, acredito, já sentimos a dolorosa sensação de vazio na alma, um buraco no coração, ao ver um amor ir embora, soterrado pela terra e lama da desilusão.&lt;br /&gt;O que fazer quando a normalidade do dia-a-dia é alterada, o curso de nossa vida é bruscamente modificado, sem tempo sequer de uma chance, de buscar uma reparação? Os avisos de que a obra estava para ruir já haviam sido emitidos; pequenas fissuras e um acidente fatal na construção já prenunciavam o desastre. Por que foram ignorados, não lhes dando a devida importância? Numa relação, também se é possível detectar pequenos sinais de um futuro desmoronamento. Por que não tomamos providências antes de tudo vir abaixo? Se os engenheiros e responsáveis são capazes de prever deslizamentos, não somos também de ver se a nossa “obra” – o relacionamento – está correndo risco de queda?&lt;br /&gt;Numa operação complexa como a edificação de uma estação de metrô, há aparelhos modernos que indicam o andamento da execução. Num relacionamento, existem equipamentos assim? A emoção pode ser objetivamente avaliada? É, uma relação talvez seja uma obra mais complicada! Ou os sinais aparecem e, a exemplo do que aconteceu em São Paulo, fazemos “vistas grossas”, esperando e desejando que nada aconteça...e então acontece!&lt;br /&gt;Poucos minutos tiveram os funcionários e moradores da região da obra do metrô para a fuga; as vítimas talvez nem tenham se dado conta do que se passou. Se no poema havia uma pedra no caminho, nesse caso houve um buraco escuro, triste e fatal. Numa relação, certamente temos mais tempo antes da sirene de alerta tocar, e assim corrigirmos o rumo.&lt;br /&gt;Desta forma, realizemos uma reflexão em nossos relacionamentos; olhemos com um pouco mais de racionalidade, para detectarmos possíveis rachaduras e evitarmos o desmoronamento de nosso sonho, de nossa alma. E que os corações fiquem sempre preenchidos com massa profunda e concreta, firmes como rochas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-116948164075234499?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/116948164075234499/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=116948164075234499' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116948164075234499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116948164075234499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2007/01/cratera-na-avenida-e-o-buraco-nos.html' title='A cratera na avenida e o buraco nos corações'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-116656679187847856</id><published>2006-12-19T14:17:00.000-08:00</published><updated>2006-12-19T14:19:51.890-08:00</updated><title type='text'>Ela, na praia a caminhar</title><content type='html'>Pela bela mulher que caminha à beira-mar&lt;br /&gt;(e também à beira-avenida!)&lt;br /&gt;Que o Senhor continue a abençoar&lt;br /&gt;Fazendo iluminar nosso final de dia&lt;br /&gt;E o pôr–do-sol, mais brilhante ainda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o teu não-olhar, de pretensa indiferença&lt;br /&gt;Revela na verdade tua doce essência&lt;br /&gt;Que um simples aceno teu nos proporcione alegria&lt;br /&gt;Para um lindo ano novo que se inicia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-116656679187847856?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/116656679187847856/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=116656679187847856' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116656679187847856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116656679187847856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/12/ela-na-praia-caminhar.html' title='Ela, na praia a caminhar'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-116579109997295991</id><published>2006-12-10T14:48:00.000-08:00</published><updated>2006-12-10T14:51:39.986-08:00</updated><title type='text'>Os relacionamentos e a crise aérea</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;     Controlar um avião no tumultuado e engarrafado espaço aéreo brasileiro realmente não é tarefa simples. Além das precárias condições nos aparelhos de controle, é necessária muita, muita atenção. E atenção – ou a falta dela – é um dos principais problemas num relacionamento, já que nós, controladores (?) de nossas emoções, também estamos sujeitos às situações imprevistas, que afetam o plano de vôo amoroso originalmente estabelecido.&lt;br /&gt;     Quando não há o devido cuidado no monitoramento do avião, ele corre perigo, fica desorientado, não sabendo para onde ir. Assim também ficamos se não sabemos o que queremos numa relação. Isso acarreta dificuldades no tráfego amoroso, causando possibilidades de choque que, a exemplo da fatídica colisão entre os dois aviões, pode ser fatal.&lt;br /&gt;       Num relacionamento, devemos estar sempre com o transponder ligado, para identificarmos com precisão o caminho que seguimos, numa comunicação clara e sem ruídos com a nossa “torre de comando”, sem alteração inesperada da rota amorosa. Pois caso haja problemas, iremos sentir dúvidas quanto ao trajeto estabelecido no plano inicial do vôo da paixão; se não for corrigido, teremos que alterá-lo. Ou então corre-se o risco de um dos parceiros fazer um vôo charter, com outra “aeronave”, para chegar até o destino previamente elaborado.&lt;br /&gt;       Nossos corações estão na pista, esperando a autorização para a decolagem. Certamente, a viagem num relacionamento é pontilhada por céus de brigadeiro e diversas turbulências, mas devemos arriscar e levantar vôo, pois navegar – e amar – é preciso!&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-116579109997295991?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/116579109997295991/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=116579109997295991' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116579109997295991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116579109997295991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/12/os-relacionamentos-e-crise-area.html' title='Os relacionamentos e a crise aérea'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-116558121348548735</id><published>2006-12-08T04:31:00.000-08:00</published><updated>2006-12-08T04:33:33.503-08:00</updated><title type='text'>O vinho está à tua espera</title><content type='html'>O vinho está à tua espera&lt;br /&gt;Para brindarmos o Amor que sinto por ti&lt;br /&gt;As taças estão preparadas&lt;br /&gt;O tinto, bem gelado&lt;br /&gt;Só falta a tua presença:&lt;br /&gt;As estrelas já chegaram!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-116558121348548735?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/116558121348548735/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=116558121348548735' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116558121348548735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116558121348548735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/12/o-vinho-est-tua-espera.html' title='O vinho está à tua espera'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-116362841880881701</id><published>2006-11-15T14:04:00.000-08:00</published><updated>2006-11-15T14:06:58.810-08:00</updated><title type='text'>O som da tua ausência</title><content type='html'>Não há nada mais belo&lt;br /&gt;nem tão profundo&lt;br /&gt;que a tua doce presença&lt;br /&gt;Sem ti, não há sentido&lt;br /&gt;que é a vida, qual sua essência?&lt;br /&gt;Só me resta contemplar o mar&lt;br /&gt;ver as ondas, relembrar.&lt;br /&gt;os suaves momentos vividos&lt;br /&gt;E ouvir o som da tua ausência:&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;e chorar, e chorar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-116362841880881701?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/116362841880881701/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=116362841880881701' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116362841880881701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116362841880881701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/11/o-som-da-tua-ausncia.html' title='O som da tua ausência'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-116362823195827739</id><published>2006-11-15T14:01:00.000-08:00</published><updated>2006-11-15T14:03:51.956-08:00</updated><title type='text'>O preço da dor</title><content type='html'>Se a dor que agora sinto&lt;br /&gt;é o preço a pagar&lt;br /&gt;por ao teu lado ter vivido&lt;br /&gt;Nem mesmo a amarga solidão&lt;br /&gt;que preenche meu coração&lt;br /&gt;me fará arrependido&lt;br /&gt;Pois ainda ficaria a dever&lt;br /&gt;não teria tanto dinheiro&lt;br /&gt;pra saldar o prazer obtido&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-116362823195827739?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/116362823195827739/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=116362823195827739' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116362823195827739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116362823195827739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/11/o-preo-da-dor.html' title='O preço da dor'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-116362809858202423</id><published>2006-11-15T13:59:00.000-08:00</published><updated>2006-11-15T14:01:38.596-08:00</updated><title type='text'>Desejo de amar (para a Srta. Ka)</title><content type='html'>Ela deseja amar…&lt;br /&gt;Seu coração quente e úmido&lt;br /&gt;Sua beleza natural e apaixonante&lt;br /&gt;Faz-nos acreditar que tudo é simples…&lt;br /&gt;O calor que emana do seu corpo&lt;br /&gt;É apenas o vestígio de suas intenções&lt;br /&gt;Por vezes pueris, por vezes sórdidas&lt;br /&gt;Mas igualmente aniquiladoras&lt;br /&gt;De nossas derradeiras aspirações&lt;br /&gt;A qualquer hipótese de raciocinar,&lt;br /&gt;Sob a égide do conhecimento&lt;br /&gt;E arriscar salvar a razão         &lt;br /&gt;Será a vereda à devastação&lt;br /&gt;Quem conseguir dominá-la (será isso possível?)&lt;br /&gt;Terá a fortuna de impaciente companhia&lt;br /&gt;Inquietas paixões&lt;br /&gt;Diferentes realidades&lt;br /&gt;Semelhantes desilusões&lt;br /&gt;Seus desenganos apenas a fortaleceram&lt;br /&gt;Mais pujantes teriam que ser&lt;br /&gt;Para fazê-la esmorecer&lt;br /&gt;Agora um novo caminho&lt;br /&gt;Poderá ela escolher?&lt;br /&gt;Tudo, somente por um só anseio,&lt;br /&gt;Por um só capricho&lt;br /&gt;Ela deseja amar…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-116362809858202423?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/116362809858202423/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=116362809858202423' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116362809858202423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/116362809858202423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/11/desejo-de-amar-para-srta-ka.html' title='Desejo de amar (para a Srta. Ka)'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115682208114562178</id><published>2006-08-28T20:20:00.000-07:00</published><updated>2006-08-28T20:28:01.160-07:00</updated><title type='text'>Plutão e os corações partidos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;               É, Plutão. A casa caiu. Triste sina a dos planetas, que de uma hora para outra podem ser “rebaixados”. Plutão, de acordo com a IAU (União Astronômica Internacional), já não é mais planeta, e sim “planeta-anão”. Não ser mais quem sempre foi. Olhar no espelho e perceber que já não é mais quem sempre pensou que fosse. Triste.  Muito triste. Assim como são melancólicas as separações, as desilusões amorosas. Numa hora, somos a luz que, tal como os satélites que dão brilho aos planetas, ilumina a vida de alguém. No momento seguinte, podemos sofrer da “síndrome de Plutão”: somos rebaixados (ou rebaixamos alguém), e andamos nas trevas da paixão interrompida, dos sentimentos que machucam o peito. Não é mesmo fácil a vida dos astros. Nem a dos corações partidos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             E agora, Plutão? E agora, você? E agora eu, e agora todos nós, os de almas infelizes? O que fazer com as palavras de carinho, os momentos vividos, as mensagens de afeto registradas  no celular? Apagar, simplesmente deletar?Ah, quem dera fosse tão simples: bastaria apertar uma tecla e, como o microondas, já está. A alma não é assim tão banal, prática. Como esquecer que, tal como Plutão, éramos, e agora não somos mais? É o maior desafio: habituar-nos com a nova situação, compreendermos que “tudo agora é diferente”. Encontrar na rua e não ser mais; não ligar para o número que se sabe de cór; pensar que, como Plutão, já não somos planetas, e sim “planetas-anões”, seja lá o que significa. Estávamos acostumados, desde a época da escola, e é uma surpresa saber que ele já não é mais o planeta que sempre pensamos que fosse. É um choque saber que a amada, ou o amado, já não é mais o &lt;em&gt;bombonzinho, o docinho&lt;/em&gt;. É quando a casa cai, o vento sopra em outra direção, a realidade muda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;             Plutão, entretanto, ainda pode dar um último suspiro, pois há um grupo de cientistas que não concorda com a decisão, e planeja recorrer do veredito. E nós, os de corações partidos, a quem podemos apelar? Quiçá o melhor seja buscar consolo nas palavras do “Poetinha” Vinícius: &lt;em&gt;“... que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”.&lt;/em&gt; Tal quais os cometas, talvez tudo não tenha sido apenas um instante, uma breve passagem, que deixa saudade, mas que é necessário seguir seu caminho, espalhar o brilho por outras galáxias. Caminho esse, diferente do nosso destino.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ronaldoandrade2007.blogspot.com"&gt;http://www.ronaldoandrade2007.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;/&lt;a href="http://wwwescritorronaldoandradegigafotocombr.gigafoto.com.br/"&gt;http://wwwescritorronaldoandradegigafotocombr.gigafoto.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Leia e comente!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115682208114562178?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115682208114562178/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115682208114562178' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115682208114562178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115682208114562178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/08/pluto-e-os-coraes-partidos.html' title='Plutão e os corações partidos'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115417834849747984</id><published>2006-07-29T05:53:00.000-07:00</published><updated>2006-07-29T06:05:48.510-07:00</updated><title type='text'>CRÔNICAS - RONALDO ANDRADE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Espera &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21:45. O telefone toca. Corro em direção a ele, meio desinteressado. Afinal, quem poderia ser, nessa noite de quinta-feira chuvosa? Mas antes que pudesse atender, ele pára de tocar. Emudeceu, simplesmente. E eu ainda o tiro do gancho, numa costumeira e inútil mania de tentar pegar a ligação, mas que nós sabemos que não adianta nada, é apenas puro reflexo. Mas isso mexe comigo. Quem poderia ligar e, na última hora, ter desistido? Terá se arrependido? Será que no fundo de seus pensamentos, a pessoa decidiu que não valeria a pena falar comigo? Fico inquieto. O que poderia ter acontecido? Ah, logo em seguida o telefone voltará a tocar, é sempre assim, a pessoa volta e diz “Sim, estava tentando ligar, mas mudei de orelhão, o outro estava com defeito”. Sim, é isso. Esses telefones públicos vivem com defeito, a Companhia Telefônica sempre diz que conserta, mas depois sempre diz que os telefones vivem com defeito porque a população não os preserva, e é verdade, outro dia mesmo vi um senhor de idade (isso mesmo, não um moleque qualquer) ficar batendo em um orelhão, parecia estar com bastante raiva, dizendo que o cartão era novo, com 20 unidades, mas o mostrador apontava apenas 7. Isso acontece. Mas que droga, maldito vandalismo. E meu telefone não toca.&lt;br /&gt;Fico a observá-lo, ele completamente mudo, quase implorando para que ele volte a inundar o apartamento com seu som estridente, muitas vezes nos irritando, outras acabando com a ansiedade de um telefonema aguardado. Mas ele não toca. Também, pensei, a culpa é minha, quem mandou ser arrogante logo no primeiro toque, bem feito, seja mais humilde da próxima vez, dê chance para que ele toque mais vezes. Tento ser arrogante mais uma vez, dou de ombros, mas continuo apreensivo. Agora, quero que ele toque, quero falar com alguém, não estava fazendo nada, é bom conversar numa noite chuvosa, a chuva batendo na janela querendo entrar, coitada, deve estar com frio, ah, essa foi boa, a chuva estar com frio. Mas ele não toca. Continuo a olhar, são quase 22:00hs. Ah, deve ser isso, a pessoa não vai ligar mais por causa do horário, ela é educada, mas não tem problema não, isso é só uma convenção social, pode ligar que eu não ligo não. Fico pensando quem poderia ter ligado... pego minha agenda e examino os nomes, um por um, mas isso me confunde: ao mesmo tempo que qualquer um poderia ter ligado, nenhum deles se daria ao trabalho de fazê-lo...grandes amigos, esses que tenho. Quem sabe, a minha namorada. É, acho que foi ela...se bem que hoje ela já me ligou. Duas vezes. A primeira ligação para falar sobre amenidades e para dizer que ligaria mais tarde para marcar um horário para gente se encontrar. A segunda ligação, para desmarcar o compromisso. Estranho. Ligando as coisas, dá para entender.  Acho que ela ligou para terminar e, no último momento,  não teve coragem ... deve ter se lembrado dos bons  momentos.  Modéstia  à  parte,  bons  mesmo.   Mas tenho de confessar que nos últimos tempos a coisa está meio morna. Será que ligo para ela? Acho que não. Ligar para perguntar “era você que estava tentando ligar ?”, acho que é humilhante demais. Continuo a olhar, mas ele não toca. Sinto fome e caminho em direção à cozinha, mas me retenho no meio do corredor, com medo de que o telefone se aproveite de minha ausência e volte a tocar, e aí correrei para atendê-lo, não conseguiria, e tudo voltaria a acontecer. Então, sento-me na poltrona e me limito a observá-lo, ele mudo e eu mais ainda, estamos aqui os dois, sozinhos, homem e objeto, um olhando para o outro, desafiando-nos como num teste de resistência, do tipo quem pode mais. De vez em quando dou uma dormidinha, só fingimento, para ver se consigo enganá-lo e ele volte a tocar, e aí correrei para atendê-lo e enfim falarei com o misterioso ser que provocou tudo isso. Mas são quase 03:00hs da madrugada e o telefone não toca...&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Uma mulher muito especial &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita era uma mulher muito especial. Aliás, tão especial que o simples pronunciar de seu nome suscitava devaneios e sonhos do mais puro prazer. Enlouquecia os homens com a mesma rapidez com que os destruía. Realmente, era uma mulher muito especial.&lt;br /&gt;Seu último romance terminou de maneira trágica, inconseqüente. Henrique,  seu parceiro no amor e nos negócios, desejava-a ardentemente, mas nos últimos meses, algo estranho estava acontecendo. O calor mútuo da paixão estava morno, eles já não se entendiam. Ele, que planejava filhos, não agüentou a dor ao ouvir de sua amada o não de uma relação estremecida. Estava tudo explicado: Rita era a base de um sólido triângulo amoroso. A Henrique, frágil vértice desse terrível acontecimento, restava a sarjeta dos derrotados.&lt;br /&gt;Já não se importava consigo próprio, queria desaparecer do olhar de todos. As Artes Plásticas, sua outra paixão, perdera um de seus melhores artistas, enfraquecido pelas loucuras da emoção. Procurava raciocinar: onde estava a razão? Perdido em seus pensamentos, mergulhava em um profundo abismo escuro e frio, sem chance de voltar.&lt;br /&gt;Rita apenas lamentava o triste fim de Henrique. Seu espírito nórdico a impedia de transparecer seus verdadeiros sentimentos em relação às pessoas. Queixava-se que não podia amar: não queria transformar-se em prisioneira do coração. Sentia desejo de liberdade. Mesmo assim, soube-se mais tarde do fim de outro homem. Realmente, Rita era uma mulher muito especial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Sedução &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Os dois estavam no restaurante, apenas entreolhando-se, certamente indecisos e inseguros quanto a uma possível aproximação. Finalmente, a moça levantou-se e decidiu dar um basta àquela situação de dupla impotência e, chegando em sua mesa, convidou-o para dançar. A resposta positiva do cavalheiro era apenas a confirmação da tórrida noite que teriam.&lt;br /&gt;     No meio da dança e depois do inevitável clima surgido, foi a vez do rapaz tomar a iniciativa. Enquanto a música estimulava o desejo, ele jogava todas as sua fichas: “Que tal se formos para um lugar mais tranqüilo, onde pudéssemos nos conhecer mais... profundamente?” E ante a confirmação já esperada, apressaram-se em direção ao carro, certos de que tudo poderia acontecer ali mesmo.&lt;br /&gt;     Já dentro do automóvel, as carícias preliminares tornaram-se mais ousadas, incentivando a ida ao apartamento da mulher, um luxuoso dúplex não muito longe dali. Molhados pelo prazer, subiram pelo elevador. Àquela altura, porém, a mulher não poderia agüentar mais e decidiu satisfazer-se naquele momento. O homem deslizava os beijos por todo o seu corpo e sua respiração ofegante fazia com que ela o quisesse ainda mais. Pescoço, seios e boca eram inundados por beijos sedutores que os faziam enlouquecer. O sexo louco e impulsivo era estimulado ainda mais porque eles não se preocuparam em apertar o botão de emergência. Mas no íntimo, esperavam que o elevador se movimentasse e alguém os visse ali, alimentando seus sonhos secretos de voyear. A transa fazia com que o homem gemesse cada vez mais alto e que a mulher o acompanhasse nesse delírio, quando o elevador começou a subir! Sim, a expectativa de ambos havia sido atendida e o elevador foi subindo, subindo até chegar ao último andar daquele suntuoso edifício. A ansiedade da porta sendo aberta excitou-os ainda mais, fazendo-os chegar ao clímax daquela incrível noite de prazer, esperando a reação de surpresa da pessoa que desejava descer... mas a porta permaneceu fechada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Mulheres&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o que as mulheres querem ? Sei que sou apenas mais um dos milhares de mortais que ousam tentar responder a essa intrigante pergunta, e que provavelmente serei também mais um a passar longe de uma possível resposta (se é que ela existe). Mas, desafiando a ira dos deuses (e das deusas também), lançar-me-ei a esse desafio, tal qual os grandes navegadores que se arriscavam ao mar atrás das grandes conquistas, ora por vez conquistando terras paradisíacas, ora por vez  naufragando em mares escuros e revoltos, sem deixar rastros ou lembranças.&lt;br /&gt;Bem, onde estávamos ? Ah, lembrei. Acredito que as mulheres, por serem de uma complexidade sem igual, querem coisas do outro mundo, do tipo “um homem bonito, inteligente, rico e que dê prazer sexual”. Certo ? Errado. Afora isso, elas querem mais, muito mais. Só que o “mais” em questão é muito mais simples do que parece, e aí é que entra a dificuldade. Algumas coisas, justamente por serem simples, são difíceis de serem conquistadas. Evidente que se o homem possuir as características descritas acima, seria bem melhor, unir o útil ao agradável. Mas as mulheres querem simplesmente serem amadas, desejadas e para isso não é necessário ter todas essas qualidades. É necessário, sim, compreendê-las como elas são: sensíveis, delicadas, donas de uma intuição sem igual e com uma enorme sede de amar. É gostoso e desafi-ador procurar desvendar seus segredos e anseios, desejá-las por completo, dos pés à cabeça.&lt;br /&gt;Nós, os homens, temos uma missão na Terra: realizar seus desejos, sonhos e fantasias, mesmo correndo o risco de enlouquecê-las ou de sermos enlouquecidos por elas (o que, para dizer a verdade, é muito mais fácil de acontecer). Não há nada melhor, entretanto, do que proporcionar prazer à uma mulher, deixá-la literalmente nas nuvens! Há um vasto campo para fazer tudo isso, devemos aproveitar e procurar satisfazê-las da melhor maneira possível. Então, mãos (ah, as mãos !), cabeças e corações à obra ! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115417834849747984?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115417834849747984/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115417834849747984' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115417834849747984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115417834849747984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/crnicas-ronaldo-andrade.html' title='CRÔNICAS - RONALDO ANDRADE'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115417740800345822</id><published>2006-07-29T05:39:00.000-07:00</published><updated>2006-07-29T05:50:08.016-07:00</updated><title type='text'>POESIAS - RONALDO ANDRADE</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Quero te conhecer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero te conhecer&lt;br /&gt;De uma maneira diferente&lt;br /&gt;Quero poder te falar&lt;br /&gt;Tudo o que o meu coração sente&lt;br /&gt;Quero, enfim, dizer que por você&lt;br /&gt;Meu pensamento voa&lt;br /&gt;Longe, infinito&lt;br /&gt;Vagueando à toa&lt;br /&gt;Procurando uma razão de entender&lt;br /&gt;As coisas que acontecem entre nós&lt;br /&gt;Mas afinal...que coisas?&lt;br /&gt;Nunca nos tocamos&lt;br /&gt;Nem nunca nos beijamos&lt;br /&gt;Nós apenas conversamos e nos olhamos&lt;br /&gt;Temerosos,  desejando que um dia&lt;br /&gt;Tudo isso possa vir a acontecer&lt;br /&gt;Será um momento maravilhoso...&lt;br /&gt;Nossos corpos se encontrando&lt;br /&gt;Em instantes de prazer&lt;br /&gt;Mas devo confessar que nos meus sonhos&lt;br /&gt;Tudo já se realizou&lt;br /&gt;Você em meus braços&lt;br /&gt;Dizendo, com carinho&lt;br /&gt;Sussurrando, bem baixinho&lt;br /&gt;Doce e mágica seqüência de palavras:&lt;br /&gt;Eu te amo, meu amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;É o que eu quero ter&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;É o que eu espero viver&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;É o que irá acontecer&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Apenas eu e você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Nós dois, bem juntinhos&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Que bom ter carinho&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Gostoso ter prazer&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Apenas eu e você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Que mal há em realizar ?&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Quero somente amar&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;O brilho da paixão irá resplandecer&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Apenas eu e você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Trovões rasgando o céu&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Seus beijos, beijos de mel&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;A vida querendo ser&lt;br /&gt;Noites de loucura&lt;br /&gt;Apenas...eu e você !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Noites de loucura...     &lt;br /&gt; Realmente existem?&lt;br /&gt;A resposta é: sim,&lt;br /&gt;Para nossa felicidade...elas existem !”    &lt;br /&gt;                   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Desejo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perdão&lt;br /&gt;Se a revelação de meus sentimentos&lt;br /&gt;Te deixou surpresa&lt;br /&gt;Mas não podia mais sufocar meu coração&lt;br /&gt;Precisava me libertar&lt;br /&gt;Experimentar a sensação de leveza&lt;br /&gt;Sentir emoção&lt;br /&gt;Sei que desejar-te é por vezes doloroso&lt;br /&gt;É por vezes triste&lt;br /&gt;Mas também é caloroso&lt;br /&gt;E é em busca desse calor&lt;br /&gt;Que continuo a sonhar&lt;br /&gt;Dia e noite, noite e dia&lt;br /&gt;Até conseguir realizar&lt;br /&gt;Com sacrifício e luta&lt;br /&gt;Meu sonho&lt;br /&gt;Que por enquanto&lt;br /&gt;Está só no pensamento&lt;br /&gt;Mas que sem dúvida acontecerá&lt;br /&gt;Pois só assim terei certeza&lt;br /&gt;Que bons momentos aproveitei&lt;br /&gt;Só assim terei certeza&lt;br /&gt;Que vivi, que sonhei...que amei !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Corpo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha boca precisa da tua&lt;br /&gt;Meus lábios precisam dos teus&lt;br /&gt;Minha alma deseja a sua&lt;br /&gt;Meus olhos querem os seus&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu corpo necessita do teu&lt;br /&gt;Minhas mãos precisam tocá-la&lt;br /&gt;A felicidade que você já me deu&lt;br /&gt;Para o céu quero levá-la&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teu rosto quero acariciar&lt;br /&gt;Tua pele macia quero tocar&lt;br /&gt;Teus cabelos leves e soltos&lt;br /&gt;Neles quero mergulhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu coração quero possuir&lt;br /&gt;Seu pensamento, nele quero estar&lt;br /&gt;Só assim poderei sentir&lt;br /&gt;Que eternamente iremos nos amar !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Nesse Momento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento...&lt;br /&gt;pessoas estão sorrindo&lt;br /&gt;pessoas estão chorando&lt;br /&gt;pessoas estão indo&lt;br /&gt;pessoas estão voltando&lt;br /&gt;Nesse momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento...&lt;br /&gt;pessoas estão nascendo&lt;br /&gt;pessoas estão odiando&lt;br /&gt;pessoas estão morrendo&lt;br /&gt;pessoas estão amando&lt;br /&gt;Nesse momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento...&lt;br /&gt;pessoas estão lutando&lt;br /&gt;pessoas estão desistindo&lt;br /&gt;pessoas estão acreditando&lt;br /&gt;pessoas estão persistindo (mais um pouco...)&lt;br /&gt;Nesse momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento...&lt;br /&gt;pessoas estão sentindo&lt;br /&gt;pessoas estão escrevendo&lt;br /&gt;pessoas estão ouvindo&lt;br /&gt;pessoas estão lendo&lt;br /&gt;Nesse momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as coisas estão acontecendo nesse momento&lt;br /&gt;Nesse momento todas as coisas acontecem&lt;br /&gt;As coisas todas acontecem nesse momento&lt;br /&gt;É nesse momento em que acontecem todas as coisas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Perdão&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpe, meu amor&lt;br /&gt;Se eu te faço sofrer&lt;br /&gt;Entenda, não é por querer&lt;br /&gt;Sei que na sua dor&lt;br /&gt;É difícil de entender&lt;br /&gt;Seu coração magoado&lt;br /&gt;Apertado, dói, eu sei&lt;br /&gt;Sei porque o meu&lt;br /&gt;Também está assim&lt;br /&gt;Triste, confuso&lt;br /&gt;Procurando saber&lt;br /&gt;A razão disso tudo&lt;br /&gt;Mas meu amor&lt;br /&gt;(Permita-me que eu&lt;br /&gt;Ainda lhe chame assim ?)&lt;br /&gt;Que queres que eu faça ?&lt;br /&gt;Apenas obedeço aos&lt;br /&gt;Impulsos do meu peito&lt;br /&gt;Que diz que é assim&lt;br /&gt;Sinto muito, não tem jeito&lt;br /&gt;Mas por favor&lt;br /&gt;Entenda, meu amor&lt;br /&gt;Entenda e me perdoe&lt;br /&gt;Sei que posso me arrepender&lt;br /&gt;Desse caminho escolhido&lt;br /&gt;Mas assim será&lt;br /&gt;Um dia, quem sabe&lt;br /&gt;Ainda iremos nos encontrar&lt;br /&gt;Talvez então possamos&lt;br /&gt;Novamente nos amar&lt;br /&gt;Juntos, de novo sonhar&lt;br /&gt;Esquecer nossos erros&lt;br /&gt;E um ao outro perdoar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Meu sonho &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu sonho é fazer um gol&lt;br /&gt;Não um simples gol, qualquer&lt;br /&gt;Mas sim um golaço&lt;br /&gt;Sim, um verdadeiro gol de placa&lt;br /&gt;Desses que fazem a torcida&lt;br /&gt;Enlouquecida, delirar&lt;br /&gt;Ter prazer&lt;br /&gt;Explodir em gôzo&lt;br /&gt;Desses que até a torcida&lt;br /&gt;Adversária aplaude&lt;br /&gt;Resignada, e ao mesmo tempo&lt;br /&gt;Contente, por ter presenciado,&lt;br /&gt;Visto com  os próprios olhos&lt;br /&gt;Tamanha beleza&lt;br /&gt;Dessas que nos fazem refletir,&lt;br /&gt;Introspectivos,&lt;br /&gt;O significado e a importância&lt;br /&gt;Desse momento&lt;br /&gt;E após tudo isso, comemorar&lt;br /&gt;Junto ao alambrado&lt;br /&gt;Dançar, tocar o torcedor&lt;br /&gt;Com o radinho de pilha no ouvido&lt;br /&gt;Que foi lá, que está aqui&lt;br /&gt;Só para nos ver jogar&lt;br /&gt;                                &lt;br /&gt;E após tudo isso&lt;br /&gt;Ver o placar se movimentar&lt;br /&gt;O adversário respeitar&lt;br /&gt;O companheiro de equipe se alegrar&lt;br /&gt;Todos, todos mesmo&lt;br /&gt;Presentes ao estádio&lt;br /&gt;Se entusiasmarem  e saudarem&lt;br /&gt; A vida e seus mágicos momentos&lt;br /&gt;E o goleiro&lt;br /&gt;Ah, pobre do goleiro&lt;br /&gt;Nós que somos (e temos) um pouco&lt;br /&gt;De goleiro&lt;br /&gt;Finge tristeza, mas que no fundo&lt;br /&gt;Está orgulhoso por ter sido&lt;br /&gt;O escolhido, e que no seu íntimo diz&lt;br /&gt;“Meu Deus,  que golaço...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...um gol que faça os vivos amarem&lt;br /&gt;e os mortos levantarem&lt;br /&gt;a guerra (estupidez) acabar&lt;br /&gt;e a paz triunfar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Convite &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te convido para andar comigo&lt;br /&gt;Mas não garanto que chegaremos juntos ao final da estrada&lt;br /&gt;Se queres, dê-me a  mão&lt;br /&gt;Se não, sejas feliz assim mesmo&lt;br /&gt;É o que deseja meu coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te convido para voar bem alto&lt;br /&gt;Mas não garanto que chegaremos juntos ao final do vôo&lt;br /&gt;Se queres, venha então&lt;br /&gt;Se não, sejas feliz assim mesmo&lt;br /&gt;É o que deseja o meu coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te convido para viver, sonhar&lt;br /&gt;Mas não garanto que conseguiremos realizar&lt;br /&gt;Se queres, juntos sonharemos&lt;br /&gt;Se não, sejas feliz assim mesmo&lt;br /&gt;É o que desejam meus sentimentos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115417740800345822?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115417740800345822/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115417740800345822' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115417740800345822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115417740800345822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/poesias-ronaldo-andrade.html' title='POESIAS - RONALDO ANDRADE'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115332101266082044</id><published>2006-07-19T07:51:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:56:52.666-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;      Vencedor do Prêmio Pulitzer fala sobre Jornalismo Investigativo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Maio - 2006&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os jornalistas Susan Schmidt, James V. Grimaldi e Jeffrey Smith, do Washington Post, foram os ganhadores do Prêmio Pulitzer 2006, categoria Jornalismo Investigativo, com a reportagem sobre o lobista Jack Abramoff. Eles investigaram suas ligações com o Congresso Americano e as arrecadações de campanhas eleitorais do Partido Republicano -do presidente George Bush- que detém a maior parte dos lobistas.                                                                                             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abramoff foi condenado a cinco anos e dez meses de prisão por fraude, corrupção pública e evasão de taxas, juntamente com seu sócio, Adam Kidan. O estelionato foi no processo de compra da frota de navios-cassino SunCruz, em 2000, quando fizeram um falso depósito de US$ 23 milhões para obter um empréstimo de US$ 60 milhões. No seu caso específico, Abramoff era ligado ao líder republicano na Câmara, Tom Delay, investigado por uso de caixa dois e que renunciou ao cargo.             &lt;br /&gt;Lobby não é crime nos EUA, e é um negócio lucrativo. São cerca de 27.600 lobistas que movimentam anualmente US$ 2,1 bilhões. Seus clientes são, por exemplo, associações –empresariais, ambientalistas- e pagam para influenciar as decisões dos deputados e senadores, da Casa Branca e dos ministérios. Isso gera desconfiança, pois muitos eleitores acreditam que as necessidades da população são colocadas de lado, atendendo somente aos interesses de cada grupo apoiados por lobistas.  Após o escândalo, o Senado Americano aprovou uma lei estabelecendo novas regras entre senadores e lobistas. Estes não poderão pagar refeições ou dar presentes aos senadores, como ingressos de eventos esportivos, além de aprovação pelo Conselho de Ética para a aceitação de viagens pagas por empresas e demais  grupos privados.                                                                                             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O termo “lobista” foi dado no século XIX, pelo presidente Ulysses Grant. Ele era abordado no lobby do hotel Willard, época que isso ainda era possível. A reivindicação das pessoas que envolviam a participação do Governo gerou o termo, e desde então foi usado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Confira a entrevista, por e-mail, de Jeff Smith:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ronaldo Andrade - Como a reportagem sobre Watergate influenciou a investigação sobre o caso Abramoff? É possível estabelecer uma conexão?&lt;br /&gt;Jeff Smith&lt;/strong&gt; – Não há uma ligação direta entre os casos. Mas a grande reportagem feita pelos meus colegas há mais de trinta anos nos ajudou a estabelecer um padrão para o nosso trabalho investigativo. E visitamos também pessoas em suas casas, como fizeram Woodward e Bernstein.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;RA – O Washington Post deu a vocês todas as condições para a realização da reportagem? Há muitas pressões?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Smith &lt;/strong&gt;- Não houve pressão diretamente sobre nós. Os alvos de nossa investigação reclamaram que a imprensa estava baseada e focada injustamente neles. Mas aqui ninguém deu crédito a essas reclamações, e elas foram desconsideradas. RA – O jornalismo investigativo está perdendo espaço nos jornais?Smith – Acredito que o WP percebeu que seu futuro econômico depende em dar aos leitores algo diferente do que é dado na mídia, e o jornalismo investigativo é uma parte desta fórmula.  E espero mais, não menos, reportagens investigativas feitas pelo WP. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RA – Você disse que o futuro econômico do WP depende em dar aos leitores algo que os demais meios de comunicação não dão. Isso é possível? O WP pensa o mesmo?&lt;br /&gt;Smith&lt;/strong&gt; - Eu penso que o WP entende que para obter segurança financeira, nós precisamos dar aos leitores informações que eles não terão facilmente em outro lugar, o que significa muitas reportagens investigativas sobre acontecimentos nacionais e internacionais. E isso também é altamente útil, a informação sobre acontecimentos estritamente locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;RA - E o resto da imprensa americana, também pensa assim?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Smith&lt;/strong&gt; - Eu não posso falar pelos demais meios de comunicação americanos. Penso que há uma diferença que divide a maioria dos impressos e a maioria da empresas de comunicação nos EUA.  Esses, aqui, estão largamente na área de entretenimento, com uso de informações úteis em segundo plano. Nos impressos, essas prioridades são invertidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ronaldo Andrade, com a orientação do Professor Gerson Moreira de Lima&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115332101266082044?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115332101266082044/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115332101266082044' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115332101266082044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115332101266082044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/vencedor-do-prmio-pulitzer-fala-sobre.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115332018952001903</id><published>2006-07-19T07:41:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:43:09.523-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;                 &lt;strong&gt; Como a progresso tecnológico prejudica o repórter no seu trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Ronaldo Andrade e Luana Mendes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indubitavelmente pode-se afirmar que a tecnologia mudou o Jornalismo, não se referindo apenas às sofisticadas máquinas de impressão e inovação dos computadores, por exemplo, que oferecem uma maior agilidade às coberturas feitas pelos veículos de comunicação. Modificou também a rotina do jornalista, a sua maneira de agir, de pensar e de trabalhar para passar ao público aquilo que, de fato, seria classificado como a verdadeira versão dos fatos.&lt;br /&gt;A tecnologia produziu um paradoxo: se um dos princípios básicos do bom Jornalismo é a presença in loco do jornalista - traduzida na máxima “lugar de repórter é na rua” - o progresso fez com que a comodidade de comunicação na redação (fax, computador, internet) o deixasse um pouco mais afastado das ruas, prejudicando sua capacidade de discernimento, julgamento e percepção dos acontecimentos dos quais irá escrever.&lt;br /&gt;A bússola do trabalho do jornalista – a pauta – não é formulada somente nas redações; a observação do cotidiano, o contato com as pessoas, é fundamental para a elaboração da mesma. A contenção econômica feita por jornais, revistas e TVs, em alguns casos realmente necessários, em outros simplesmente por eliminação de custos, colabora para a manutenção deste quadro. As grandes reportagens, ou reportagens em série, que levam mais tempo para serem elaboradas, tiveram uma diminuição; os repórteres tinham de viajar, se deslocar com mais freqüência para obter informações relacionadas à matéria que estavam escrevendo. Atualmente, isso ocorre com menor intensidade, pelo falso conforto que a tecnologia oferece aos profissionais da área, que podem realizar uma matéria sem sequer sair da redação. Em alguns casos, realmente o fato de não se ausentar do seu local de trabalho é válido, porém isso estimula o acomodamento, vício fatal para a ambição de querer fazer sempre o melhor possível. Mas por que falsa comodidade? A resposta é simples: pouco adianta termos uma tecnologia de ponta se ela muitas vezes ajuda mais a esconder os fatos do que trazê-los à tona.&lt;br /&gt;Se ao invés do jornalista buscar a verdade nas ruas, ficar o dia inteiro na redação, terá uma dificuldade maior para a apuração da verdade, pois não esteve presente no local do acontecimento, portanto não vivenciou nada. Informar tem de ser vivenciar, para assim então conscientizar.&lt;br /&gt;        Muitas notícias atualmente são tão previsíveis e repetitivas que, com um simples palpite, podemos acertar a manchete da próxima edição de um jornal. Ainda existem aqueles profissionais que acreditam que a cobertura de uma reportagem rotineira foi a melhor de suas vidas. Mas então, o que seria cobrir uma guerra entre traficantes num morro do Rio de Janeiro, investigar os crimes e injustiças cometidas pela Polícia ou descobrir o que se passa nos bastidores de um governo com tantos escândalos de corrupção? Honestamente, isso que é jornalismo, mostrar ao povo aquilo que ele não pode ver, oferecer possibilidades para que o leitor / telespectador desenvolva a opinião crítica e possa emitir um julgamento isento.&lt;br /&gt;        Evidentemente que não pode haver uma generalização, ou seja, não seria sensato afirmar que a tecnologia não trouxe benefícios ao Jornalismo. Coberturas ao vivo, provenientes de diversas partes do mundo; a transmissão de dados em tempo real, ou imediatamente após os fatos (Copa do Mundo, por exemplo), só são possíveis devido ao avanço tecnológico. Mas o ponto principal deste texto é alertar quanto ao perigo da tecnologia em prejudicar o trabalho do repórter, estimulando sua acomodação. Sem haver vivência ou muito envolvimento, sem que os profissionais possam desfrutar de um maior aprofundamento, privando-os de se apegar aos detalhes, os quais no momento da elaboração da reportagem passam completamente despercebidos.&lt;br /&gt;        Obviamente a tecnologia tem seus prós, mas no Jornalismo, em muitas situações, o que prevalece são os contras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;        &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115332018952001903?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115332018952001903/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115332018952001903' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115332018952001903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115332018952001903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/como-progresso-tecnolgico-prejudica-o.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115331988465736547</id><published>2006-07-19T07:37:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:38:04.656-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;                                            Tamboréu – de Santos para o Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem anda ou corre na faixa de areia, ou dá apenas um simples mergulho no mar, certamente já viu a cena. Praticado majoritariamente por veteranos, mas que já há algum tempo atrai a preferência de muitos jovens, o tamboréu, criado por imigrantes italianos na década de 30, é um esporte que está definitivamente incorporado nas praias de Santos, com centenas de praticantes que se deliciam em mandar a bolinha “de lá pra cá”, com suas inúmeras raquetadas.&lt;br /&gt;Nascido na praia do Gonzaga, os adeptos afirmam que este é o primeiro e único esporte legitimamente brasileiro. E engana-se quem imagina que o tamboréu é praticado apenas em cidades litorâneas: joga-se o tamboréu em quadras de São Paulo, Santo André, Valinhos e Campinas, com algumas entidades e empresas conhecidas, como a Associação Atlética Banco do Brasil.&lt;br /&gt;A Liga Santista de Tamboréu têm sua sede localizada na Rua da Constituição, nº 431. Presidida por Flávio Ratto Monteiro, organiza diversos campeonatos no decorrer do ano, nas categorias juvenil, adulto, veterano e veteraníssimo, destacando-se os torneios Popular da Tribuna, do Santa Cecília e o Campeonato Santista. Destacam-se as equipes do Clube Internacional, Independente, Fluminense e Clube 2004, que possui o patrocínio da empresa Memorial. Os clubes pagam taxas à Liga, proporcionando uma fonte financeira que ajuda na organização dos campeonatos. A Prefeitura, através da Secretaria de Esportes, mantém uma escolinha da modalidade, para pessoas a partir de 07 anos, que funciona no Posto 2, na praia do José Menino. As aulas ocorrem às terças, quintas e sextas-feiras, das 08:00hs às 10:30hs,  durante todo o ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Similar ao tênis, é jogado com a mesma bola, mas com o tamboréu (o nome dado à raquete) de madeira, de cerca de 26 centímetros de diâmetro. A rede possui um metro de altura. A regra do jogo é fácil: existe a zona de saque e a área onde a bola deve cair. Cada erro conta ponto para o adversário. São três sets de dez pontos cada um. Pode-se jogar um contra um, mas o comum é o jogo formado por duplas. Um dos integrantes da dupla, chamado "fundista" posiciona-se mais ao fundo da quadra e é responsável pelos saques. O outro parceiro, mais à frente, denominado "frentista”, ocupa-se principalmente da função de "matar" o ponto.&lt;br /&gt;E você, pronto para dar algumas raquetadas?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115331988465736547?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115331988465736547/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115331988465736547' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331988465736547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331988465736547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/tamboru-de-santos-para-o-brasil-quem.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115331953649080064</id><published>2006-07-19T07:28:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:32:16.493-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;                                           Mídia Impressa x Escola de Frankfurt&lt;br /&gt;                                           Indústria Cultural e Comunicação de Massa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A Mídia impressa demonstra em suas publicações um dos principais problemas do Jornalismo atual: a busca pelo sensacionalismo, o entretenimento em detrimento da informação, a “photo-op” do dia, o “fait-divers” da semana, as notícias vazias da “silly season”. O desvirtuamento dos princípios jornalísticos, a pasteurização e uniformalização do conteúdo, o apelo ao consumismo; questões que nos remetem ao pensamento dos teóricos da Escola de Frankfurt, que já abordavam sobre a Cultura de Massas e a Indústria Cultural.&lt;br /&gt;            Um exemplo recente, na época da Copa do Mundo: a cobertura da Seleção Brasileira se baseou nas polêmicas do atacante Ronaldo, e não no próprio time, criando fatos e alimentando discussões numa pretensa justificativa de que “assim deseja o público”, argumento no mínimo discutível. (Deve-se dizer que as próprias figuras públicas ajudam a criar esse ambiente, pois lhes beneficiam em termos de marketing, dentro da perspectiva da cultura de massa, mantendo a curiosidade do público).  As revistas de celebridades brigam entre si para ver quem publica primeiro fotos de casamentos e de nascimento de bebês de famosos, numa promiscuidade entre entretenimento e Jornalismo que acaba prejudicando o segundo. Em investigações jornalísticas, sobretudo no campo político, há uma ênfase nas denúncias, alimentando o espetáculo, diminuindo posteriormente o espaço destinado às apurações das mesmas. Afinal, novas denúncias precisam ser investigadas ou inventadas, pois o show não pode parar.&lt;br /&gt;             Um exemplo que também vale a pena ser citado é o do presidente George Bush, que se utilizou da mídia para convencer a sociedade norte-americana de que não havia alternativa senão a guerra contra o Iraque, acusado de produzir e estocar armas de destruição em massa. A indústria cultural também foi decisiva para manter a coesão social durante a Guerra Fria, período marcado pela divisão política em dois pólos: o capitalista, liderado pelos Estados Unidos, e o socialista, comandado pela antiga União Soviética, com a exaltação da mídia ao alto padrão de consumo da sociedade capitalista, especialmente nos EUA, associando-o à idéia de liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A indústria cultural age na divulgação da idéia de consumismo como liberdade de escolha do indivíduo. A análise crítica de Adorno em relação a tal realidade permanece intacta. Segundo o filósofo, essa é a grande intenção da Indústria Cultural: eclipsar a percepção de todas as pessoas, principalmente daquelas que são formadores de opinião. Ela é a própria ideologia.  Os valores passam a ser regidos por ela. Até mesmo a felicidade do individuo é influenciada e condicionada por essa cultura. Adorno e Horkheimer abordaram esse fato no livro Dialética do Esclarecimento, através do caso do canto das sereias do épico de Ulisses.&lt;br /&gt;            Assim, o conteúdo do Jornalismo sai prejudicado, dando-se um valor maior à forma. O processo de interação entre as pessoas e os meios de comunicação deteriora-se, prejudicando a capacidade e a autonomia do receptor de informações - o indivíduo comum – em suas escolhas e interpretação; de outro lado, estudiosos que enxergam a Mídia como uma manipuladora incontrolável, tornando-se mais complexas as relações entre público e mídia.&lt;br /&gt;            Tal fato acarreta a uma diminuição da circulação de jornais e revistas, pois o leitor mais tradicional, considerado também o mais crítico, procura outros meios de informação, nomeadamente a Internet, em que muitos jornalistas e colaboradores de jornais e revistas publicam em blogs suas opiniões, com liberdade às vezes maior do que no impresso. Desta forma, se quiser recuperar o prestígio de outrora ou conquistar um público mais jovem, que acaba por ir à Internet à procura de notícias, os impressos deverão estimular a independência e a busca por um Jornalismo mais consistente, que valoriza a informação e não o entretenimento, fazendo jus a seus princípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115331953649080064?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115331953649080064/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115331953649080064' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331953649080064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331953649080064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/mdia-impressa-x-escola-de-frankfurt.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115331893129720689</id><published>2006-07-19T07:20:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:59:46.106-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;                                                             Por que fechou?&lt;br /&gt;                                                             Fechou por quê?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem o Batman deu jeito. Mesmo com os seus poderes, o Homem-Morcego não conseguiu evitar que o Cine Indaiá fechasse suas portas em agosto do ano passado. O filme do referido super-herói foi o último a ser exibido, para tristeza dos cinéfilos de carteirinha, que se habituaram a freqüentar um dos cinemas mais tradicionais de Santos, que formava juntamente com o Roxy e Iporanga a chamada “Cinelândia”. Destes, apenas o Roxy sobreviveu, graças às mudanças que ofereceram um maior conforto e tecnologia aos seus clientes.&lt;br /&gt;Esta região, no coração do Gonzaga, era o ponto de referência quando se falava em cinema. Com a chegada do Cinemark, que oferece, além de ótima qualidade em suas projeções, a comodidade de estar localizado no shopping center (Praiamar), a Cinelândia perdeu espaço, contribuindo para o fechamento do Indaiá, que terá sua área ocupada pelas novas instalações do hotel ao lado.&lt;br /&gt;Mas foi uma morte que vinha se anunciando há algum tempo. ‘‘Cansei de brigar contra a ordem de despejo. “Não consegui chegar a um acordo com os novos proprietários do Hotel Indaiá, que não estavam interessados em manter os cinemas no prédio”, diz Toninho Campos, antigo diretor da empresa Cinemas de Santos e atualmente no comando da Gonzaga Cinemas, proprietária das salas do Cine Roxy. Houve em setembro de 2005 uma espécie de homenagem ao “morto”, com a realização da terceira edição do Festival Santista de Curtas-Metragens, um dos mais importantes do gênero. No evento, o grande homenageado foi Plínio Marcos, cujas obras foram exibidas.&lt;br /&gt;O público santista gosta da sétima arte, sendo uma das cidades do país com o maior índice de presença nos cinemas, superando inclusive São Paulo. Essa lacuna promete ser ocupada, além do Cinemark, pelo Roxy e também pelo Ferry Boat Plaza Translitoral,( na saída da balsa, no Guarujá). Todos os cinemas citados procuram oferecer uma programação variada, até mesmo com a inclusão na sua grade de um dia exclusivo ao cinema nacional, no caso do Cinemark.&lt;br /&gt;Como meio de preservar a história do Cine Indaiá, a Fundação Arquivo e Memória de Santos irá fotografar interna e externamente o cinema. Assim, será uma maneira de rever as instalações do cinema, inaugurado na década de 60 com o épico filme Os 10 Mandamentos, de Cecil B DeMille. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115331893129720689?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115331893129720689/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115331893129720689' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331893129720689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331893129720689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/por-que-fechou-fechou-por-qu-nem-o.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115331857716490695</id><published>2006-07-19T07:14:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:16:17.166-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Orgulho e liderança no morro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Se procurarem por Maria Aparecida dos Santos, poucas pessoas no Morro do Pacheco conseguirão identificar. Mas se você perguntar pela “dona” Regina, todos saberão dizer de quem se trata. Moradora há 36 anos, a líder comunitária e voluntária da Fundação Paulo Gomes Barbosa esbanja simpatia e garra em defesa dos interesses da comunidade.&lt;br /&gt;              Natural de Taubaté, ela chegou a Santos aos 20 anos para trabalhar como doméstica em uma casa de família. Na escola, ganhou o apelido pelo qual é conhecida, já que não gostava do nome de batismo. Depois, trabalhou como comerciante juntamente como o marido Augusto, falecido há oito anos. Foi nessa época, segundo Regina, que descobriu a vocação pela liderança, já que o casal ajudava os habitantes com cestas de alimento e ajuda médica.&lt;br /&gt;              A experiência foi importante para o seu trabalho na Fundação, identificando com clareza os principais problemas da comunidade. Menciona o transporte público e a instalação de uma farmácia, um açougue e uma caixa dos Correios como os mais urgentes. Além desses, há um outro, invisível para quem é de fora, mas perceptível aos habitantes do Pacheco: o preconceito. “Muitos possuem uma idéia equivocada do morro, como se só houvesse problemas. Aqui há segurança, liberdade e solidariedade entre as pessoas”, afirma.&lt;br /&gt;Regina espera com ansiedade a abertura da creche, que inicialmente irá beneficiar cerca de cinqüenta crianças. “Será muito importante o trabalho que irá se desenvolver, pois muitas mães trabalham e não tem onde deixar as crianças”.&lt;br /&gt;               Ela sabe do que fala. Mãe de cinco filhos e avó de sete netos, a voluntária aproveita o tempo livre para curtir a família, pescar no Rio Casqueiro e tomar uma cervejinha com os amigos à noite. Pisciana, sonha com melhores condições de vida aos moradores do Pacheco, ideal que é construído a cada dia através do trabalho na Fundação. “Ás vezes penso em voltar para Taubaté, mas aqui me sinto feliz”, completa. Os habitantes do Pacheco agradecem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115331857716490695?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115331857716490695/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115331857716490695' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331857716490695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331857716490695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/orgulho-e-liderana-no-morro-se.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115331812389844134</id><published>2006-07-19T07:05:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:08:43.900-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Lisa e os gatinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisa Bruckmann tem duas paixões: a arte de desenhar, que descobriu recentemente, e a ternura pelos gatos, esta sim um amor antigo. Decidiu então juntá-las, e o resultado pode ser conferido nas fotos que ilustram o texto: traços firmes e marcantes, que à primeira vista parecem ter sido feitas por uma desenhista experiente, não fosse ela aluna há apenas três meses da Galeria Hogar.&lt;br /&gt;Lisa faz o curso de pintura em giz pastel motivada por imagens que via na internet de seus bichinhos preferidos, e resolveu então que era hora de manifestar seu lado artístico de forma mais atuante. Formada em Administração de Empresas e funcionária pública da Prefeitura de Santos, pratica a pintura mais como hobby do que propriamente uma fonte de renda, embora não descarte vender suas telas no futuro. Há inclusive uma exposição programada dos alunos do curso para abril do próximo ano, e Lisa espera fazer sucesso com seus trabalhos sobre os “bichanos”.&lt;br /&gt;Aliás, o gosto pelos felinos não se resume unicamente aos inocentes e indefesos gatinhos que retrata, mas também aos poderosos e amedrontadores tigres, leões, panteras e leopardos, que a artista ainda pretende pintar. “A beleza desses animais me fascina, e a elegância que fazem em suas poses me inspira a desenhá-los”, afirma Lisa, com a autoridade de quem possui três gatos.&lt;br /&gt;Cada desenho leva em média seis horas para ficar pronto, e o material utilizado (giz pastel seco e papel canson) tem um custo elevado, encarecendo a produção. Ela, que também já trabalhou com artesanato, mosaico e adora astrologia, talvez encontre nos astros a inspiração necessária para seus desenhos, que um dia possam transformá-la numa verdadeira estrela da pintura. Porque “gata”, como atestam as fotos, ela já é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço: Galeria Hogar&lt;br /&gt;Av. Epitácio Pessoa, nº 177&lt;br /&gt;Tel: 3236-1157&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115331812389844134?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115331812389844134/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115331812389844134' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331812389844134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331812389844134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/lisa-e-os-gatinhos-lisa-bruckmann-tem.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115331792410669072</id><published>2006-07-19T07:03:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:09:51.560-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Por dentro do IML&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um prédio comum, quase despercebido na entrada de Santos, é o seu local de trabalho. Passaria incólume, mas a presença de viaturas funerárias e, principalmente, de homens e mulheres às lágrimas, revela a verdadeira função do cinzento edifício: IML – Instituto Médico Legal. É onde trabalha o médico-legista Édson Fuim, diretor do centro que funciona desde os anos 20, e que está no seu atual endereço há quase 10 anos.&lt;br /&gt;Esse paulistano de 64 anos, simpático no tratamento, porém duro e honesto quanto às condições de trabalho, demonstra uma dedicação exemplar quando fala de sua profissão, exercida há mais de 30 anos. Clínico e pediatra de formação, chefia uma equipe com cerca de 25 funcionários, entre médicos, auxiliares e atendentes de necrotério. O grupo tenta, dia após dia, desvendar os segredos que cada necrópsia – vulgarmente conhecida como autópsia – apresenta. Isso, com as precárias condições de trabalho que são obrigados a enfrentar, que Fuim não tem receio em dizer. Revela, por exemplo, que a maior parte da mobília existente foi fruto de doações. Uma rápida olhada nos serrotes, além de produzir um frio na espinha, serve também para imaginar que as ferramentas estão ultrapassadas. O IML, que atende Santos, São Vicente e Cubatão, possui poucos funcionários para atender todas as ocorrências, acarretando uma demora na retirada dos corpos nos locais dos acidentes. Sem contar com a falta de amparo por parte das prefeituras municipais, que poderiam disponibilizar verbas para uma melhoria do serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curiosidades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O médico conta que seu trabalho sofre um pouco de preconceito, pois muitos imaginam que sua função se resume unicamente a “cortar defuntos”, expressão que ele refuta prontamente. “As pessoas imaginam que só trabalhamos com os mortos, mas cerca de 70% dos casos que atendemos são com os vivos, como em exames para verificação de agressões e estupros. Além disso, temos que possuir um vasto conhecimento médico, noções sobre diversos campos da Medicina, como patologia e anatomia. Aqui não há espaço para o meio-termo”.&lt;br /&gt;Fuim revela algumas curiosidades, como quando teve que realizar autópsias em pessoas que conhecia, ou quando teve que atender a explosão da Vila Socó, em Cubatão, célebre caso nos anos 80, com dezenas de mortos. “Mas, devido à experiência adquirida, não me impressiono com essas situações. Faz parte do meu trabalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida em Família&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casado com uma professora e pai de uma dentista e de uma advogada, Fuim diz que, embora próximo da aposentadoria, pretende seguir trabalhando no IML e morando em Santos, cidade que escolheu para realizar estágio e residência, ainda nos tempos da faculdade, cursada em Uberaba/MG. Ex-jogador do juvenil do Juventus, esse palmeirense adora futebol, mas mesmo sua paixão pelo esporte parece não ser superior à dedicação ao trabalho, que tem orgulho em exercer com o máximo de profissionalismo, numa questão de vida. Ou de morte.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115331792410669072?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115331792410669072/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115331792410669072' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331792410669072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331792410669072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/por-dentro-do-iml-um-prdio-comum-quase.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115331776104828359</id><published>2006-07-19T06:45:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:11:39.696-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;ESTRÉIA DE NOVELA REACENDE DEBATE SOBRE A IMIGRAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Publicado em Março de 2005 na Revista Brasil, voltado para a comunidade brasileira na Espanha e em Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“América”, a nova novela da Rede Globo que estreou este mês, em substituição à bem sucedida “Senhora do Destino”, veio reacender a polêmica sobre a questão da imigração. Retrato da pura realidade para alguns, ou estímulo para um mergulho no mar de ilusões da vida no exterior para outros, o fato é que a trama, escrita por Glória Perez, retrata os sonhos e dramas que muitos brasileiros enfrentam na tentativa de conseguir um lugar ao sol. Legalmente ou não.&lt;br /&gt;Esse desejo, que infelizmente está longe de se conseguir para a maioria da população no Brasil, faz com que muitas pessoas larguem seus empregos, famílias, enfim, todas as suas raízes para embarcarem numa aventura de resultado incerto. Você, caro leitor (a) da &lt;em&gt;Revista Brasil Aqui&lt;/em&gt;, sabe bem do que falo, pois sentiu – e sente - na pele as dificuldades de se viver longe da pátria. Também eu que vos escrevo e que vivi 3 anos e meio entre Portugal e Espanha, sei o que se passa na mente e no coração de quem imigra, e por este motivo sinto-me à vontade para escrever sobre o assunto. E engana-se quem pensa que esta situação não ocorre no Brasil: estima-se que 1,5 milhão de estrangeiros estejam em situação irregular no país, sofrendo também as mesmas dificuldades e angústias de qualquer imigrante.&lt;br /&gt;Motivado pela novela ou não, o governo, através do Conselho Nacional de Imigração, está preocupado em oferecer apoio aos brasileiros que estão no exterior e para aqueles que possuem este sonho. Através de contatos com as autoridades dos outros países, planeja elaborar convênios sobre as necessidades de emprego que cada nação dispõe, a fim de regulamentar a entrada dos trabalhadores e diminuir a mão-de-obra ilegal. Tal medida favorece a todos, pois o país acolhedor terá o trabalhador devidamente registrado de acordo com a lei vigente, descontando, por exemplo, a contribuição beneficiária para a Segurança Social, além de receber o aquecimento que os imigrantes oferecem ao mercado de trabalho e à economia. Estes, por sua vez, terão a garantia necessária para exercerem suas atividades, e com isso, planejarem com tranqüilidade suas vidas no país, quer permaneçam por pouco ou muito tempo. E ganha também o Brasil, que saberá que seus filhos, embora distantes da pátria e de seus familiares, estarão resguardados nos seus direitos, deveres e na sua dignidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115331776104828359?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115331776104828359/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115331776104828359' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331776104828359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115331776104828359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/estria-de-novela-reacende-debate-sobre.html' title=''/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31305460.post-115323431696099018</id><published>2006-07-18T07:28:00.000-07:00</published><updated>2006-07-19T07:12:19.070-07:00</updated><title type='text'>A fria noite do silêncio</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A fria noite do silêncio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Publicado no site &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.verdestrigos.org/sitenovo/site/novaversao.asp"&gt;&lt;em&gt;http://www.verdestrigos.org/sitenovo/site/novaversao.asp&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;,&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;de Henrique Chagas, que faz um excelente trabalho cultural em Presidente Prudente&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Já não precisamos, no nosso crônico complexo de vira-latas, invejar Paris e seus pares: também aqui, a exemplo dos subúrbios da capital francesa, há revolta social, toque de recolher e manifestação dos massa excluída. Mas como somos mais evoluídos, só queimar carros é démodé: a parada é barbarizar, o bagulho é causar. Impunidade, insegurança, terror, mortes - muitas mortes!&lt;br /&gt;Mas nas nossas noites de Bagdá – comparação mais precisa – a realidade, que já batia à porta, arrombou-a de vez: enquanto se limitava aos guetos, passava. Agora não mais: invadiu toda a cidade, como num assombroso tsunami que, segundo consta, ainda nos aguarda.&lt;br /&gt;Comércio fechado, pontos de ônibus lotados no meio da tarde, celulares indisponíveis (os dos bandidos funcionam), pessoas apavoradas. Fui dar uma volta, lá pelas 18h00. Nem pra comprar um pãozinho dava. Ou melhor, apenas em alguns locais, como na padaria Viena, na Rua Oswaldo Cruz. “Vou encerrar daqui a pouco, mas temos que continuar vivendo”, disse o proprietário, Carlos Ferreira, que realmente fechou o estabelecimento mais tarde. Na Unisanta, não houve aulas. A noite, juntamente com a fina chuva que começou a cair, produzia um aspecto ainda mais sombrio à Cidade. Encontro com um “motoboy” da TV Cultura, Heleno, que veio buscar uma fita da Santa Cecília, com imagens da rebelião do CDP de São Vicente para exibição no telejornal das nove. Lembrei-me do Rota 66, Caco Barcellos. “A Polícia já me parou várias vezes, mas quando vêem meu uniforme, me deixam passar”, diz. Isso é o que me assusta, pois não tenho nenhuma vestimenta que me identifique como imprensa, apenas a carteirinha de estudante de Jornalismo, improvisada como crachá. O receio não é me deparar com possíveis bandidos, mas o olhar de desconfiança das poucas pessoas que transitam pelas ruas e também dos policiais, mas não encontro nenhum. Arrisco fotografar alguns estabelecimentos comercias que àquele horário deveriam estar abertos, e os vigilantes, tão assustados quanto eu, correm para impedir. E quando digo “Imprensa” e mostro o improvisado crachá, a resistência baixa. Mas nem tanto assim.&lt;br /&gt;No Centro, a mesma situação. As ruas ao entorno das delegacias estão bloqueadas, proteção justa para quem arrisca a vida e se tornou o principal alvo. Nesta guerra, estamos ao lado da Polícia. Mas nem por isso arrisco fotografar. Tenho medo. Na Praça José Bonifácio, o Fórum cercado. Nunca imaginei o centro do Poder Judiciário sitiado. Quem sabe a proximidade com a Catedral ajude a obtenção das bênçãos divinas, as únicas, talvez, a nos salvar.&lt;br /&gt;Mais uma volta, e vejo uma pequena porta, com uma escassa luz na entrada. “Tá fraco o movimento, meninas?” pergunto às primas, que se mostram entusiasmadas com um possível cliente numa noite de pouco movimento. Elas reclamam que até o momento, 19h00, nada. Ando uma quadra e vejo uma pequena igreja, com as portas abertas. Vazia. Pecadores e santos, diferentes em quase tudo (ou nem tanto, diria um cínico) têm um sentimento comum, que se estende a toda Cidade: o medo. Medo de sair às ruas, de seguir o curso habitual, de colocar a cabeça na janela, observar o movimento atrás da cortina e através da TV, do rádio, da internet. Compreensível, mas é diante da adversidade que devemos mostrar bravura, arregaçar as mangas e realizar ações que visem à melhoria da população. Clichê? Sim, mas um clichê verdadeiro.&lt;br /&gt;De manhã, Santos parece voltar à vida normal, embora normalidade seja um conceito relativo. Vamos continuar vivendo, até porque não há alternativa, só a morte, que tanto nos assusta e que, de mãos dadas com o pavor, tão presente se fez na Cidade nessa fria noite de silêncio. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31305460-115323431696099018?l=ronaldoandrade2007.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/feeds/115323431696099018/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31305460&amp;postID=115323431696099018' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115323431696099018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31305460/posts/default/115323431696099018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ronaldoandrade2007.blogspot.com/2006/07/fria-noite-do-silncio.html' title='A fria noite do silêncio'/><author><name>Ronaldo Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05323025653819102335</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
